I stand first guard at my own gate,
For a hollow cup can’t share its weight.
I tend my fire, I breathe, I see—
If I fall apart, none lean on me.
Next, my father—roots and ground,
The steady pulse, the first safe sound.
I hold him close, repay the hand
That once taught me how to stand.
Then siblings follow, blood and thread,
Shared pasts, the tears we never said.
Not first, not last, but bound by name,
Different paths, the same old flame.
And friends come after, chosen kin,
Who walk beside me, not within.
I give them light I can afford,
Not borrowed strength, not broken cord.
Care moves outward, ring by ring,
Like water when you drop a stone in.
The core held firm, the rest can grow—
That’s how I love, and that’s my flow.
Quando a confiança se perdeu, os acordos se tornaram frágeis,
As palavras soaram ocas, desgastadas por dentro.
Nenhum ouro podia comprar o que antes era livre,
Nenhuma promessa tinha sinceridade.
As balanças se quebraram, as medidas foram distorcidas,
Cada juramento parecia encenado, e cada motivação maliciosa.
Recompensa e ameaça perderam sua força,
Pois a fé havia se esvaído silenciosamente.
Então, deixamos de lado os truques e a astúcia,
E encaramos o preço de coração aberto.
Sem soluções rápidas, sem grandes disfarces,
Apenas ações constantes sob o céu.
Falamos menos alto, mostramos mais verdade,
Fizemos o que sempre dissemos que faríamos.
E dia após dia, com o tempo e o cuidado,
Uma confiança frágil respirou um ar cauteloso.
Contudo, algo permanece para sempre dilacerado,
Uma cicatriz onde algo um dia nasceu.
E assim aprendemos, quando os laços se desfazem,
Que nem tudo está resolvido, mas que algumas coisas podem permanecer eternas.
Caçadores perdidos na mata sem sinal,
Seguem pegadas tortas, rumo incerto e fatal.
O norte se escondeu atrás do véu da neblina,
E a bússola mente, cansada da rotina.
Carregam nos olhos promessas de voltar,
Mas o chão que os guia começa a mudar.
Cada passo ecoa um erro antigo,
Cada silêncio vira um velho inimigo.
Chamam pelos nomes que o vento levou,
Respondem apenas folhas que o tempo soltou.
A caça já não foge, observa em vigília,
Pois quem perde o caminho perde a armadilha.
No fim, sentam juntos, sem presa ou razão,
Entendem que a mata não é oposição.
São homens buscando o que não sabem mais ver:
O rumo que some quando tentam vencer.