O infinito entre nós dois
Imagino uns floquinhos de neve caindo sobre a terra em um dia frio
E nós dois aqui dentro de casa, se amando bem gostoso
Aquele sentimento vibrante de amor latente, que regula tudo que há de diferente entre nós dois
E aquele ar frio e puro entrando nas narinas, enchendo os nossos pulmões com calma, nutrindo a nossa alma
Toda aquela força que nos enriquece, transformando vida em luz, anulando tudo que nos enlouquece
Você fechando os olhos devagar, com cristais de lágrimas que entorpecem
Em cada parte do seu corpo uma alegria de viver, em cada nota um desejo de ser bem melhor e com prazer
Um desejo de estar aonde sempre esteve. Uma preguiça, uma paz interior
Um abraço carinhoso; aquele sentimento de ter algo pra chamar de meu, seu e nosso, até que enfim, tudo se torna único, e nós nos amando. E de novo eu enlouqueço. Tudo flui, como se nada nessa vida fosse escasso, nos amamos sem compasso.
Sem fim, sem recomeço. O sentimento de amor, puro e pelo avesso.
Parado fico, e a vontade incessante de continuar em seu espaço é o início, o fim, um recomeço.